Minhas Quotes Preferidas


Olá Pessoal!

Este é o primeiro post da coluna Minhas Quotes Preferidas. Sempre adorei compartilhar frases e trechos de livros que eu gosto, principalmente através do instagram, porém tem obras que possuem tanto conteúdo interessante, que decidi criar esta coluna.

O livro que escolhi para inaugurar este espaço é Fahrenheit 451 de Ray Bradbury (Editora Globo – ed. 2007), o qual também tem uma resenha quentinha que vou publicar aqui para vocês nos próximos dias!

Sinopse:           
Fahrenheit 451, editado em 1953, pinta um futuro sombrio para a história, quando todos os livros foram proibidos e eram queimados.  Atualíssimo e premonitório de nossa época denuncia como os meios de comunicação, em especial a TV, podem manipular o pensamento e os sentimentos dos telespectadores, criar fatos e gerar guerras.

Quotes:

“Às vezes pode levar uma vida inteira para um homem colocar seus pensamentos no papel, depois de observar o mundo e a vida...” (pg. 69)

“Não se pode precisar o momento em que uma amizade se forma. Como ao encher gota a gota uma vasilha, há, no final, uma gota que a faz transbordar, assim, também, em uma série de gentilezas, há uma que, por fim, faz o coração transbordar.” (pg. 91)

“Temos tudo o que precisamos para ser felizes, mas não somos felizes. Alguma coisa está faltando. Olhei em volta. A única coisa que tive certeza que havia desaparecido eram os livros que queimei durante dez ou doze anos. Por isso, achei que os livros poderiam ajudar.” (pg. 103)

“A magia está apenas no que os livros dizem, no modo como confeccionavam um traje para nós a partir de retalhos do universo.” (pg.104)

“Entende agora porque os livros são odiados e temidos? Eles mostram os poros no rosto da vida.” (pg. 104)

“Não temos tempo, dinheiro ou tanto amigos assim. As coisas que você está procurando, Montag, estão no mundo, mas a única possibilidade que o sujeito comum terá de ver noventa e nove por cento delas está num livro.” (pg. 108)

“Todos devem deixar algo para trás quando morrem, dizia meu avô. Um filho, um livro, um quadro, uma casa ou parede construída, um par de sapatos. Ou um jardim. Algo que sua mão tenha tocado de algum modo, para que sua alma tenha para onde ir quando você morrer. E quando as pessoas olharem para aquela árvore ou aquela flor que você plantou, você estará ali. Não importa o que você faça, dizia ele, desde que você transforme alguma coisa, do jeito que era antes de você tocá-la, em algo que é como você depois que suas mãos passaram por ela. A diferença entre um homem que apenas para gramados e um verdadeiro jardineiro está no toque, dizia ele. O aparador de grama podia muito bem não ter estado ali; o jardineiro estará lá durante uma vida inteira.” (pg.187)

Abraços!!

Revista Conexão Literatura - ed. 23




Está disponível a edição 23 da Revista Conexão Literatura de maio/2017

"Considero essa edição super especial, pois destacamos nela Carolina de Jesus, uma autora não tão conhecida nos dias atuais, mas que teve um papel muito importante para a literatura nacional. Com uma vida sofrida, rompeu barreiras e chegou a alcançar mais de 40 países. Saiba mais sobre Carolina nas páginas da revista.

Na página de parceiros da revista apresentamos novos sites e blogs que estarão nos apoiando, ajudando-nos a disseminar ainda mais a literatura.

Já na coluna “Conexão Nerd”, fizemos um vídeo especial intitulado “Os Imortais do Cinema”, não deixe de conferir e caso ainda não seja inscrito em nosso canal, inscreva-se.

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Homenagem: 29 de abril - Dia Mundial da Dança

Pintura de Vicente Romero Redondo


A uma Bailarina
Pintura de Vicente Romero Redondo

Quero escrever meu verso no momento
Em que o limite extremo da ribalta
Silencia teus pés, e um deus se exalta
Como se o corpo fosse um pensamento.

Além do palco, existe o pavimento
Que nunca imaginamos em voz alta,
Onde teu passo puro sobressalta
Os pássaros sutis do movimento.

Amo-te de um amor que tudo pede
No sensual momento em que se explica
O desejo infinito da tristeza,

Sem que jamais se explique ou desenrede,
Mariposa que pousa mas não fica,
A tentação alegre da pureza.

Paulo Mendes Campos

Para refletir: Trecho de Vinicius de Moraes

Foto extraída do aplicativo de imagens Wally

"O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se,o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre." (Vinicius de Moraes)

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